Desordens artísticas - Coisas do Arco-da-Velha turma LS26-28.1
Apresentação
Recordando a citação de Raul Proença, no Guia de Portugal- do dizer de Montesquieu- os portugueses tinham descoberto o Mundo, mas desconheciam a terra em que nasceram, assim ainda há muitas maravilhas escondidas a relembrar. Nas margens da Cultura, existem legados artísticos entre o sagrado e o profano, o erudito e o popular, que escapam ao olhar, por estarem escondidos e por parecerem menos importantes. Entrosam-se com o folclore das feiras e romarias, danças, músicas e tradições populares, lembrando que o arco está nas nuvens das maravilhas mais mirabolantes. A proposta vai ao encontro do Plano Nacional das Artes, pois cruza cultura e artes com passado e presente no nosso território, recordando aspetos tradicionais menos conhecidos ou em vias de desaparecerem, bem como legados esquecidos que necessitam de ser acarinhados e protegidos. O tema pretende valorizar o que se inscreve nas culturas, mesmo quando não estão classificadas, mas fazem parte do património, de um fundo dos lugares, das gentes e das comunidades vivas.
Destinatários
Professores dos Grupos 200, 240, 300, 400, 410, 420 e 600
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 240, 300, 400, 410, 420 e 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 240, 300, 400, 410, 420 e 600.
Objetivos
-Propiciar aos formandos informação dispersa que cruza o território local, a sua geografia e recursos naturais, com lendas, tradições, histórias e ritos, que se foram sedimentando ao longo dos tempos, com incidência no nosso território e que mostram como Cultura e Arte são plurais. -Consciencializar para a importância do conhecimento e geográfico que se cruza com o aproveitamento e uso da riqueza das manifestações artísticas e culturais, como o cadinho histórico das comunidades. -Colocar em diálogo as diferentes gerações com o objetivo da temática os inspirar à criação de atividades integradoras na comunidade.
Conteúdos
-O espaço geográfico e história da sua ocupação humana. -Migrações de povos e sedentarizações até à formação das comunidades. -Tradições exógenas e sua aglutinação ao longo da formação do território nacional. -Cultos da fertilidade, ritos iniciáticos máscaras, romarias e contos. -Património arquitetónico religioso e laico. -Lendas, Festas, músicas e danças, artes e artesanato local.
Metodologias
Utilização de levantamentos fotográficos e documentais pessoais e outros devidamente referenciados. Inclusão de pequenos vídeos, ficheiros musicais e possibilidade de participação dos formandos com documentação específica e práticas das suas áreas e locais. Esta ação, apesar de ser em regime de e-learning, terá uma componente prática muito vincada, sempre adaptada à região de cada comunidade educativa.
Avaliação
A avaliação dos formandos terá em conta os seguintes parâmetros: · Participação: nas tarefas; pela intervenção; pela assiduidade e pontualidade 50%; · Trabalhos Produzidos: reflexão critica/ memória final 50% A classificação final, conforme previsto na Carta Circular CCPFC-3/2007 de setembro, será quantitativa e expressa na escala de 1 a 10, conforme abaixo se discrimina: · Excelente de 9 a 10 valores; · Muito Bom de 8 a 8,9 valores; · Bom de 6,5 a 7,9 valores; · Regular de 5 a 6,4 valores; · Insuficiente de 1 a 4,9 valores
Bibliografia
BRAGA, Maria Manuela Correia 1997, Os cadeirais de coro no final da Idade Média em Portugal, Lisboa, (dactilografado),(dissertação de Mestrado em História da Arte pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa).BRAGA, Maria Manuela, Alguns dados para o entendimento da iconografia do portal da igreja matriz do Alvor Medievalista, 1(3). Edição 2007. Obtido de: https://medievalista.iem.fcsh.unl.pt/index.php/medievalista/article/view/401Vasconcellos, J. Leite de, Tradições populares de Portugal, 1882 (online: https://archive.org/details/tradicoespopular00vasc/page/n1/mode/2up)Perdigão, Teresa e Calvet, Nuno, Tesouros do Artesanato Português, 4 volumes, Ed. Verbo, 2001-2007Michel Giacomettti, Povo que Canta, Arquivos RTP (https://arquivos.rtp.pt/programas/povo-que-canta/)
Formador
Maria Manuela Correia Braga
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-09-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 29-09-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 06-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 03-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 22:00 | 4:00 | Online síncrona |